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Comércio e Serviços do Rio podem perder R$ 30 bi

Falta de demanda pode atingir 70% na próxima semana


Centro de Teresópolis - Imagem de arquivoTeresópolis, 20/03/2020 - O Brasil e o estado do Rio de Janeiro estão passando por um grande e novo desafio: enfrentar a disseminação do coronavírus (COVID-19) e ao mesmo tempo manter a economia funcionando.

O Instituto Fecomércio RJ realizou uma pesquisa, entre os dias 17 e 18/03, com mais de 500 empresários, para avaliar a percepção do setor, que corresponde por 2/3 da atividade econômica do estado e representa 70% dos estabelecimentos fluminenses, gerando mais de 1,7 milhão de empregos formais no total. Em Teresópolis os números são semelhantes.

O levantamento mostra que nos últimos 7 dias de enfrentamento ao coronavírus, empresários do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do estado do Rio amargaram queda de 50% na demanda. Os problemas, que além da redução da demanda (75,5%) envolvem interrupção do abastecimento (19,5%) e falta de funcionários (17%), foram apontados por 66,2% dos entrevistados.

Teresópolis

Em entrevista ao Jornal O Diário, o empresário Igor Edelstein, que falou em nome da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Sincomércio Teresópolis, manifestou muita preocupação com os riscos gerados pela pandemia e o problema que pode se instalar, inclusive com demissões no setor. "Estamos no mesmo barco. Não existe vencedor na atual conjuntura. O empresário tem que ceder muito e o empregado tem que ceder um pouquinho também. Não estamos brigando pelo comércio, mas por vidas, por pessoas, que por estarem trabalhando em um ritmo mais forte, podem ser contaminadas", enfatizou Igor.

Futuro incerto

Para os próximos sete (7) dias, a preocupação aumenta. Aproximadamente 83,3% esperam ter problemas, ou seja, mais empresários vão passar por dificuldades. Para eles, a falta de demanda deve atingir 70%, percentual superior aos 50% registrados entre 16 e 20 de março. As principais dificuldades apontadas são a redução da demanda (72,8%), seguido pela interrupção do abastecimento (40,5%) e falta de funcionários (21,9%).

Caso a percepção adversa se concretize, e as restrições permaneçam por 30 dias, o PIB do Comércio e Serviços do estado do Rio de Janeiro deve sofrer uma perda em torno de R$ 30 bilhões no mês.

Portal Terê - Com informações do Fecomércio RJ
 

 

 

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